Eriana – Filha da Morte e Vida – Eriana – Filha da Morte e Vida – Eriana – Filha da Morte e Vida – Eriana – Filha da Morte e Vida – Eriana – Filha da Morte e Vida – Eriana – Filha da Morte e Vida
A última Dama do Fogo – A última Dama do Fogo – A última Dama do Fogo – A última Dama do Fogo (visão RPGista) – A última Dama do Fogo (spoilers) – A última Dama do Fogo – A última Dama do Fogo – A última Dama do Fogo (spoilers)
1887: Sob o sol do Novo México
Eriana – Filha da Morte e Vida
Fonte: Noites Malditas
O livro é muito intenso, a ação começa já nas primeiras páginas e só terminam no final da leitura! Eu tive por muitos momentos da minha leitura a sensação de estar revivendo o tempo em que eu jogava aquelas aventuras solo de RPG do tipo: “…se vc quer enfrentar leia o trecho 8, se quer fugir o trecho 20…”
O livro é dinâmico, com batalhas místicas e deuses protetores. O autor nos apresenta a sacerdotisa da Morte e Vida Eriana, uma mulher devota da Deusa Gwyanna e que carrega uma foice (símbolo da morte e vida), Eriana parte para uma aventura em uma abandonada abadia guiada por um sonho recorrente que ela acredita ter sido enviado por sua deusa e lá encontra ladrões, almas penadas, bruxas malignas e deuses enfurecidos, tendo que em nome de sua devoção e fé enfrentar tudo e fazer triunfar a benção da sua deusa da morte e vida!
A narrativa é do tipo que não te deixa fechar o livro sem pensar em como vai seguir a história e surpreendente, tudo que eu tentei adivinhar eu errei! O livro tem uma linguagem fácil e culta passando uma idéia medieval, ao menos passou para mim, muito interessante para ambientarmos as personagens. É um livro vibrante e cheio de emoções que vale a pena ser lido.
Eriana – Filha da Morte e Vida
Fonte: Literatura de Cabeça
A linha entre a vida e morte pode ser mais tênue e fantástica do que imaginamos…
Em um mundo mítico, os leitores irão conhecer Eriana, a sacerdotisa da Deusa Gwyanna.
Esta mulher, portadora da Morte e da Vida, possui o poder de encaminhar os espíritos perdidos e sofredores para os braços aconchegantes da Deusa.
Repentinamente, sonhos e intuições começam a incomodá-la e Eriana sabe, em seu íntimo, que uma jornada está prestes a começar.
Nesta viagem misteriosa guiada pela sua deusa, Eriana não faz a menor ideia do peso de sua missão, nem de como vai terminar.
Ela acaba sendo guiada até uma abadia, onde muitos desaparecimentos têm ocorrido. Ela acredita que, para que a verdade sobre os sumiços seja revelada, seu papel será importante.
Quais serão os percalços que esperam no caminho desta sacerdotisa guerreira?
Em Eriana – Filha da Morte e Vida (Literata, 133 páginas), Marcelo Paschoalin nos leva, através de uma narrativa deliciosa, numa jornada onde a fé será testada continuamente.
Morte e vida, a grande dualidade, estarão presentes em todo o decorrer da obra, enquanto Eriana busca por respostas, em meio aos perigos e armadilhas que teimam em cortar o seu caminho.
É um livro rápido de ser lido, devido ao formato pequeno e a ação ininterrupta. Devorei o livro!
Ah, a capa é um espetáculo a parte. Adorei o estilo do desenho.
Enfim, eu adorei cada linha, cada diálogo, cada novo desafio de Eriana. Aliás, tenho que confessar, adoro heroínas fortes, ágeis, sagazes. E Eriana além de tudo isso, possui poderes extrasensoriais. Para mim, a heroína perfeita!.
Livro mais do que recomendado: recomendadíssimo!
Eriana – Filha da Morte e Vida
Fonte: Por trás das letras
Desenvolver uma personagem, uma heroína, cuja vida é permeada constantemente pela Morte e por sacrifícios e ainda assim conseguir imprimir a tal personagem uma aura de felicidade e de ideal de vida é sem dúvida uma grande façanha.
É incrível como pelo titulo do livro, ou no caso, o subtítulo, a palavra morte pese tão mais na impressão das pessoas do que a palavra vida. Rs.
Enquanto estive de posse de Eriana – Filha da Morte e Vida durante as minhas leituras (sim, li e reli o livro umas 4 vezes) os comentários de meus amigos e familiares eram os mesmos:
“Nossa Dani! Você já está lendo essas coisas de novo!”
“- Menina, ler esse tipo de livro atrai coisa ruim! Procura ler um romance, uma coisa mais zen ou mais autoajuda. Um livro light. Você não extrai nada de bom lendo sobre Morte.”
Eriana é filha da Morte E Vida. Provavelmente se a ordem das palavras fosse invertida as pessoas teriam feito comentários diferentes… Mas creio que ainda assim receosos pelo peso da palavra morte. É como se as pessoas não quisessem ser lembradas do que um dia mais cedo ou mais tarde a morte as alcançará.
De fato, é logo com essa perspectiva que Paschoalin inicia o livro citando Francis Bacon:
“Men fear death as children fear to go in the dark; and as that natural fear in children is increased by tales, so is the other.”
“Os homens temem a morte assim como as crianças tem medo do escuro; e assim como esse medo natural nas crianças é instigado pelas estórias, do mesmo modo é com os homens.”
Eriana contudo vive sua vida baseada na dualidade Morte-Vida sendo sacerdotisa devotada a sua Deusa Gwyanna, portando sempre consigo uma foice símbolo deste ciclo da roda viva da vida. É dela a responsabilidade de encaminhar os espíritos perdidos ao encontro da Deusa em busca de conforto e descanso eterno.
“É mesmo essa a vontade de Gwyanna? Ou é a tua vontade? (…)
Ela sorriu. Era a primeira vez que sorria naquela noite quieta. -Minha vontade, meu irmão, é a vontade da Deusa. Eu parto amanhã.”
Mas alguns sonhos guiam-na para uma nova missão, seu caminho logo se cruza com o de Barthold, um ladrão (ou caçador de tesouros, como ele prefere ser chamado, mesmo que estes tesouros pertençam a outros, rs). Conhecemos ainda Dennog, zelador da abadia onde se passa a maior parte da trama, ele é uma espécie de Argus Filch* só que ainda mais feio. Já Melissa, uma outra ladra, ops! … digo, outra caçadora de tesouros e também amiga de Barthold acaba tornando-se uma agradável surpresa e uma boa aliada para Eriana.
Em apenas 7 capítulos distribuídos em 134 páginas, Paschoalin desenvolve uma trama que prende o leitor do inicio ao fim e o deixa ansiando por mais, muito mais. O livro apesar de curto é bastante completo. A estória é bem descrita, algumas personagens apesar de não terem seus perfis apresentados detalhadamente como sempre ocorre na maioria dos livros foram expostas de tal modo na narrativa que logo conseguimos captar o essencial de suas personalidades. O autor trabalhou sutilmente com os conceitos de fé, religião, moral todos dissolvidos em uma jornada de aventura, suspense e magia.
Eu poderia dizer também que a estória do livro tem característica de conto. Sabe, ela parece condensada aos pontos principais e sem muito rodeios. É quase como se tivesse um ritmo cinematográfico *-*
Quanto a pergunta da contra-capa do livro: Até onde irias por sua fé? Muitas pessoas, tanto as personagens do livro quanto as da vida real só ‘seguem a sua fé’ até onde lhes convém, não são todos que estão dispostos a fazerem sacrifícios, a viver sua vida em função do outro… sentimentos de amor, de altruísmo, estando ou não relacionados a uma religião não são facilmente praticados. Mas Eriana passa uma grande lição de vida, de convicção no Bem e em uma força maior do que ela e que a torna também poderosa de um modo. Por sua fé, Eriana foi até o fim.
#RECOMENDO!
Eriana – Filha da Morte e Vida
Fonte: As meninas que leem livros
Eriana – Filha da Morte e Vida é uma narrativa de fantasia que gira ao redor de uma sacerdotisa que louva a deusa Gwyanna, regente do eterno ciclo dual. Acreditando que seus sonhos sejam sinais divinos, ela parte em direção a uma abadia aparentemente abandonada em busca de respostas para os desaparecimentos que têm ocorrido em uma vila próxima. Contudo, o que a aguarda ali se torna um verdadeiro teste para sua fé.
A leitura dessa livro é super rápida, apesar do autor usar algumas palavras um tantinho complicadas, mas isso é parte da realidade a qual o livro pertence e acredito que se fosse mais simples destoaria do restante da história.
Eriana é uma sacerdotisa da Deusa Gwyanna, Senhora da morte e vida. Um dia ela sente que precisa partir em direção a uma abadia abandonada, ou pelo menos é isso que a maioria das pessoas acreditam, mas lá ela vai encontrar muito mais do que imaginava.
O livro é aventura do início ao fim. Eriana enfrenta tantas adversidades durante o tempo que permanece na abadia que em alguns momentos eu precisava parar a leitura e respirar fundo. Uma coisa muito especial sobre essa personagem é seu caráter, ela tem um fé imensa, sua perseverança em seguir em frente independente dos obstáculos me deixou meio envergonhada de às vezes desistir no meio do caminho.
O livro é super pequeno, nunca tinha visto um livro de bolso desse tamanho, é super fofo! O marcador é mais fofo ainda.
Eriana – Filha da Morte e Vida
Fonte: Leitoras Anônimas
O que dizer desse livro? Uma coisa é certa: eu não tinha nem ideia do que esperar dele, já que é a primeira vez que leio algo do Marcelo. Ele até tem outro livro, que foi lançado no ano passado, chamado “A Última Dama do Fogo”, mas quando eu fui comprá-lo ele já estava esgotado. E aí eu vi no site do autor (http://letraimpressa.com.br/) o livro “Eriana” em pré-venda, li a sinopse e acabei comprando.
A primeira coisa que me chamou a atenção quando recebi o livro foi o seu tamanho. Eu não esperava que ele fosse tão pequeno e fino, por isso me surpreendi quando o vi.
Depois que vi o tamanho e a quantidade de páginas, fiquei com um certo receio de me decepcionar com o livro. E isso foi um preconceito meu, confesso. Achei que seria uma narrativa com personagens e história mal desenvolvidos, mas, felizmente, eu estava super errada.
O tema abordado no livro é, basicamente, o conceito da fé. Temos como protagonista a sacerdotiza Eriana que é quem representa a deusa da morte e vida, Gwyanna.
Ao longo das 138 páginas, o leitor tem a oportunidade de acompanhar os desafios aos quais Eriana é submetida, como forma de testar a sua fé para com a deusa. Achei interessante o estilo do autor, sobretudo em relação aos cenários obscuros. Por conta do número de páginas, a narrativa é bem acelerada, mas o ritmo não a torna cansativa. Ao contrário, nos faz ficar cada vez mais curiosos.
Desafios, armadilhas, dúvidas e traições. É isso e muito mais que você encontra nesta narrativa fantástica criada por Marcelo Paschoalin.
Esse foi um dos poucos livros do gênero literatura fantástica que li até agora, e pelo que eu me recordo, foi o primeiro nacional. Gostei muito da experiência, e por conta disso passarei a ler mais livros deste mesmo gênero.
Gostei muito de uma frase descritiva do livro que encontrei no site do autor: “Num formato diferenciado, Eriana – Filha da Morte e Vida vem para mostrar que nem todo livro de fantasia precisa de mil páginas, que nem todo personagem precisa ser maniqueísta e que a fantasia é tão complexa quanto a vida real.” Falou tudo!
Eriana – Filha da Morte e Vida
Fonte: SobreLivros
Tive a honra de ler, em primeira mão, o mais novo lançamento de um ótimo autor brasileiro: Marcelo Paschoalin.
Marcelo Paschoalin é também o autor do romance “A Última Dama do Fogo” e dos RPGs “Anel Elemental: o Legado”, “1887: Sob o sol do Novo México”, “Anel Elemental: a Nova Era”, “Aventura e Magia” e “Dark Fate” (este último publicado em inglês). Nascido em Santo André-SP, é casado e formado em Psicologia. Costuma dizer que sua profissão é ser escritor, tendo como hobby o trabalho diário
Eriana – Filha da Morte e Vida é seu mais novo livro, ainda sem data definida de lançamento, que narra a história, claro, de Eriana. Ela é uma sacerdotisa da Deusa da Morte e Vida e o livro se passa no mesmo universo que A Última Dama do Fogo, apesar de não ter nenhuma relação com a história deste.
Eriana é um livro curtinho, de pouco mais de 100 páginas, em formato pocket, de agradável leitura, dinâmico, ágil. Teve pessoas que reclamaram do ritmo de AUDdF, mas Eriana mantém um ritmo estável (o que pode ser bom ou ruim, depende do leitor), muito mais ativo, com muitas cenas de ação e mistério, suspense, que te deixam com os nervos à flor da pele o tempo todo.
Toda história é mutável, mutante e uma surpresa, até para o autor. Em uma conversa, muito animada, com o Marcelo, descobri que Eriana começou de uma forma e acabou completamente diferente do que ele imaginava: os personagens tomaram vida, desconectaram os dedos do cérebro do autor e tomaram conta, contando sua própria história.
A Filha da Morte e Vida é devota, fervorosa, e segue seus sonhos, busca sua missão. Ela enfrenta os perigos de cabeça erguida, sabendo que sua vida é consagrada e que sua morte não é o fim, mas apenas um reencontro com quem mais ama: a deusa que venera. Até lá, ela cumprirá seu dever e protegerá os ideais da deusa onde puder.
Nem todos os personagens são tão puros, ou tão corretos, mas todos têm seus objetivos e são fiéis a eles, de uma maneira ou outra. A ajuda vem, quando necessária, de onde não se imagina e os perigos surgem de onde não se espera. É uma jornada dentro de uma Abadia, abandonada, mas nem tanto, com seus mistérios e assombrações, que Eriana precisa desvendar, entender, para descobrir o mistério dos desaparecimentos recentes.
Não quero, nem posso, falar muito, com um livro curto e, principalmente, de mistério, qualquer coisa que se fale é spoiler – e ninguém gosta de spoiler.
O que posso dizer, se é que já não falei tudo isso antes, é que é um ótimo livro, vibrante, pintado com cores sombrias e medievais, porém com personagens claros que, apesar de terem objetivos e personalidades, nenhum dos dois fatores é imutável, engessado, podendo se alterar, dentro do que seria crível.
Recomendo a todos os fãs de literatura fantástica, especialmente a literatura fantástica pseudo medieval (que se passa em um mundo medieval mas não necessariamente na Terra Medieval).
Fonte: Resenha de Bruno Leandro no Skoob
Se pudesse, eu perguntaria: “Quem é você, Deora?”. Creio que ela me responderia: “Sou o que o destino fez de mim”.
O detalhe principal da personagem-título deste livro é que ela simplesmente não sabe quem é, após ter perdido a memória por conta de um acidente no mar. Quando acorda, todo um mundo novo a espera e, não uma, mas várias vezes, sua identidade antiga é apagada, ao ser sobrepujada por uma nova. Sempre evoluindo, Deora se torna cada vez mais e mais importante em sua ordem, deixando para trás o passado que desconhece.
O que torna Deora uma personagem tão interessante é o fato de ela ter dúvidas. Sim, dúvidas. Ela é uma pessoa que não tem certeza de metade das decisões que são tomadas sobre sua vida e ainda especula sobre a outra metade.
O que torna o livro “A Última Dama do Fogo” interessante é, além de uma história atraente e bem contada, a narrativa que se aproxima da linguagem mais rebuscada que os escritores antigos usavam em seus textos. Totalmente de acordo, já que o clima é o de um mundo medieval antigo. Aliás, eu diria mais: é um clima solene o que permeia boa parte do livro, pois, afinal, ela faz parte de uma Ordem, que não é apenas uma Ordem de magos, como pode-se pensar, mas, sim, uma organização religiosa com seus costumes e deveres no mundo. A solenidade é de extrema importância e cumpre seu papel na história.
Como nem tudo são flores, é justamente no excesso/repetição de solenidade que a história peca um pouco, uma vez que os rituais de cumprimento são repetidamente enunciados.
Também há alguns esparsos erros gramaticais e ortográficos, mas esses não desabonam em nada a história. Uma reedição revista deve eliminar senão todos, pelo menos boa parte deles, em todo caso.
O último que falta ressaltar é: o livro precisa de uma continuação, pois muita coisa fica sem resposta. Porém, tenho eu certeza de que o autor já esteja preparando isso, pois uma história como essa não pode ficar sem um fim.
Fonte: Mix Literário
Fascinante, com certeza é uma ótima palavra pra descrever esse livro. A capa não é digna do conteúdo, tá, é bonita, mas infelizmente não faz jus a qualidade do conteúdo.
Com uma linguagem totalmente culta, o “Mestre” Marcelo Paschoalin expõe uma qualidade erudita, que até hoje não tinha visto em livros de ficção.
Bom, a sinopse já diz tudo que precisa ser dito sobre o que lhe espera na jornada e nas aventuras contidas no livro. Repleto de lições de obediência, crença em si mesma, amizades, superação e descobertas, A última Dama do fogo é uma estória fantástica.
Porém, pra você que acha que para um livro ser bom ele precisa ter um romancezinho, esse livro não tem, e pra ser sincera, não precisa, nem faz falta!
Mas não são só “flores”, a estória deixa algumas “pontas soltas”, ou seja, alguns acontecimentos não ficam claros ou não têm conclusão, deixando o leitor um pouco insatisfeito. Vamos ao final… O final… Não termina, dá pra acreditar? Entrei em contato com o autor, perguntei se ele daria continuidade e ele respondeu exatamente o seguinte:
“Saiba que livros seguem o mesmo padrão da chama. Uns ardem em nosso íntimo nos desejando querer mais, outros nos consomem e nos deixam plenos. Fico feliz que tenha gostado do livro a ponto de cogitar uma continuação. Em verdade, não era isso o que eu pensava quando escrevi o livro. Queria deixar que as perguntas ficassem no imaginário de cada leitor, para que construíssem seus próprios mitos acerca do universo de Deora, Ivoreen e demais. Mas devido à manifestação de alguns, estou escrevendo a continuação do livro. Ainda estou no começo, deixando que a chama siga seu rumo com vagar, mas sempre em frente”.
*.* Sou muito fã do “Mestre” Marcelo Paschoalin, meu irmão na chama! (é gente, tem que ler pra entender!)
A última Dama do Fogo
Fonte: troco Atenção por Vidas
Uma obra sensível, tocante, surpreendente: assim como nossa própria vida pode ser.
A palavra que eu usaria para descrever este romance épico? Supreendente.
De fato, Marcelo Paschoalin, grande construtor de cenários e de tramas, nos surpreende a cada novo capítulo. Não, não falo aqui de grandes mistérios a serem revelados, ou suspenses de tirar o fôlego. Falo sobre o modo distinto em que a história é contada: cada capítulo é uma fase da vida dos personagens, como se fossem contos sobre uma certa época, tendo como fio condutor os lugares e as pessoas.
Como escritora, digo que este é um grande mérito de Marcelo: conseguir manter a unidade mesmo com passagens grandes de tempo, o que significa desenvolvimento e amadurecimento dos personagens entre um episódio e outro. O que significa mostrar as personalidades descritas e (em maior ou menor proporção) amadurecidas, sem em momento algum se contradizer ou colocar coisas sem sentido.
Outra coisa que me chamou a atenção foi o modo de escrita: também distinto porque se utiliza de palavras não muito comuns em nosso vocabulário cotidiano, mas que servem perfeitamente a seu propósito, ou seja, me manteve presa à trama – tanto que esse foi um dos livros que eu li mais rapidamente, e não porque eu queria terminar logo, mas sim porque a leitura fluiu muito bem. Nem senti os capítulos passarem.
Mas, além de todas estas constatações maravilhosas, digo-lhes uma coisa de antemão: se vocês estão procurando livros que contenham explicações detalhadas para tudo o que acontece, esqueçam este. Marcelo é mestre em deixar subentendidos, para que nós pensemos sobre. E imaginemos junto.
E é desse aviso que eu tiro o meu maior elogio: a capacidade, por enquanto única, de não explicar tudo. De saber o que revelar e o que deixar para que o leitor pense, e construa seus próprios significados, trilhas e tramas. E olha que já li bastantes livros na vida, mas por enuanto esse foi o primeiro em que percebi tal artifício. Muito bem empregado, eu diria.
Afinal é como a própria leitura em si, e – em maior proporção – a vida deve ser: nem tudo nos é revelado, e tudo o que acontece e percebemos é tão importante quanto as lacunas que nossa imaginação felizmente(?) se incumbe de preencher.
Ao final disso tudo, me vejo na obrigação de comentar uma última coisa, que em resenhas anteriores não fiz porque não senti tanta necessidade quanto agora: falo-lhes da capa.
Sim, ela é bonita, sim muito bem feita – apesar de achar que o titulo podia estar um pouco mais em evidência, mas acho que isso é o de menos.
O que importa é o seguinte: não acho que ela realmente traduz o espírito do livro.
Sim, penso que capas são a primeira impressão que uma pessoa tem de uma obra, e se a tal for diferente do que o autor quer passar, isso pode ser um impasse, pode afastar leitores, ou pior, causar desapontamentos. É claro que é impossível que o leitor veja exatamente o que o autor quis passar (tanto com relação à capa quanto à história em si), mas fazer com que essa lacuna seja minimizada é muito importante também.
Por que digo isso?
Ora, porque a capa mostra algo bem concreto: uma mulher, com ornamentos e poderes. E o livro (pelo menos no meu ponto de vista) é quase o oposto disso: trata-se de algo mais etéreo, como um sonho, como mensagens e modos de ver a vida, como a imaginação.
fikdik^~
Nota: 4,7 (recomendadíssimo, pouquíssimas restrições)
A última Dama do Fogo
Fonte: Crônicas Artonianas
Marcelo Paschoalin, autor de 1887: Sob o Sol do Novo México e Anel Elemental: O Legado entre outros, nos brinda com mais uma grandiosa obra: A Última Dama do Fogo.
Este surpreendente livro, que você pode conferir com exclusividade no 5º ERPGA, narra a saga de Deora, mulher forte e marcante, em sua jornada pessoal em busca do conhecimento, galgando os degraus até chegar ao topo da hierarquia da mística Ordem Vermelha.
A estória é ambientada em um cenário de fantasia rico e interessante, porém, diferente do que um jogador de RPG normalmente poderia esperar, a personagem principal não vive uma jornada épica para salvar o mundo de uma chuva de demônios alienígenas, nem parte em busca de orbes de dragão, estilhas de cristal ou coisa parecida para salvar o mundo. A vida de Deora parece bem mais simples, já que ela passa a maior parte do tempo na torre de Piros, estudando. Como eu disse, a vida de Deora apenas parece simples.
A vida de Deora na Ordem Vermelha, uma ordem iniciática, desde o momento em que ela é aceita como acólita até ela atingir os mais altos graus dentro da associação mística é repleta de desafios que, por vezes , põem qualquer dragão vermelho no chinelo. Deora encara uma jornada de aprendizado e autoconhecimento, enfrentando perigos e tendo que tomar difíceis decisões em sua jornada, decisões, estas que podem colocar em risco não apenas sua permanência na ordem, como também sua vida e a das pessoas que ama.
Os desafios enfrentados pela heroína, embora sejam cercados de misticismo, magia e tudo mais que um jogador de RPG aprecia, são os mesmos desafios que todos nós enfrentamos em nossas vidas, desde o nascimento até findar nossa existência. Assim, a identificação com a personagem é imediata e é impossível não se apaixonar por sua história, já que vemos nossas próprias histórias pessoais retratadas nas páginas do livro. Os vários graus pelos quais Deora passa na Ordem Vermelha representam as fases pelas quais passamos em nossas vidas. Enquanto acólita, Deora é como uma criança, ainda frágil e ansiosa, com muito a aprender pela frente. Ao atingir o grau de precursora, a heroína passa pela adolescência e pelo início da vida adulta. As suas responsabilidades aumentam, assim como as dúvidas. É também nesta fase que Deora recebe a missão de orientar sua discípula e novamente vemos em Deora um pouco de nós mesmos quando começamos a criar nossos próprios filhos. O grau de mestra representa a velhice, e Deora vê com aflição a partida de sua acólita e enfrenta os mesmos dilemas que nós quando os filhos saem de casa para viverem suas vidas.
Assim, numa estória envolvente e deliciosa, repleta de aventura, magia e fantasia acompanhamos o crescimento de Deora que reflete nossa própria jornada pela vida.
Por tudo isso, o livro agrada não só aos rpgistas, mas também ao público em geral que não tem envolvimento com nosso querido hobby. Mas, é para os jogadores e mestres que o livro tem um sabor ainda mais especial. Recheada de mistérios, a obra é ambientada em um mundo fascinante que nos deixa desejosos por um livro básico do cenário. A magia é poderosa e presente, ainda que não seja algo banal e acessível a qualquer irresponsável como nos cenários mais tradicionais de fantasia medieval. O panteão do cenário é marcante e, ainda que descrito em poucos parágrafos, cativa logo de cara o leitor. Mas o maior charme talvez seja a própria Ordem Vermelha mesmo. A seita de magos possui um código de conduta rígido, com inúmeros rituais que servem de inspiração para mestres e jogadores. Um mestre pode extrair infinitas idéias para sua campanha, seja para um ritual iniciático, seja para uma missão ou enigma para seus jogadores ou até mesmo utilizar a estrutura inteira da ordem como ambientação para seus jogos (quer rolar uma campanha dentro da Maçonaria ou até mesmo da Ordem Jedi? Basta ler o livro, trocar alguns nomes e sua ordem iniciática estará pronta).
Enfim, A Última Dama do Fogo cativa rpgistas ou não, por seus personagens ricamente detalhados nos quais vemos muito de nós mesmos, por sua estória envolvente e deliciosamente bem escrita e por explorar com maestria uma área até então pouco abordada pelos escritores de fantasia.
Quem garantiu seu exemplar autografado no último ERPGA pode se considerar um felizardo. Já aqueles que deixaram escapar esta oportunidade, ainda podem reparar este erro. Basta acessar o blog do autor, ou sua lojinha virtual, adquirir seu exemplar e desfrutar de agradáveis momentos em companhia da cativante heroína Deora.
A última Dama do Fogo
Fonte: Memories of the Angel
Marcelo Paschoalin descreve um cenário surreal. Deora está em um navio no Grande Continente indo para um destino que jamais imaginava.
Chuva, tormenta, Deora conseguiu chegar à praia. Um pescador a encontra e a leva para sua casa. Brion alimentou e deu um teto para Deora, mas quem era aquela moça. Nem ela sabia. Não se lembrava de nada do seu passado, mas lembrava de uma única coisa, o seu nome.
Deora depois do jantar foi dar uma volta e escutou uma voz. Encontrou uma senhora… Mirhaanna, uma mulher enigmática que deu a opção a Deora de conhecimento. Ela queria saber quem era a mulher e a seguiu.
Mirhaanna explicou a Deora sobre histórias antigas. Dos tempos antigos… e quando chegaram a Piros um local tipo um monastério, Deora deveria morrer. Você acha que ela ficou com medo? Claro que sim, mas não teve opção. Toda sua vida passada, que ela nem sabia, ficou para trás. Deora, agora, era uma acolita.
O que era uma acolita? É uma aprendiz. Mirhaanna ensinava magia e tudo o que tinha nas escrituras, herbologia, cura, tudo o que era necessário para ajudar a Ordem Vermelha. Você deve estar se perguntando: “Que coisa estranha, que história maluca, onde isso vai chegar?” te conto!
No mundo antigo, seres místicos existiam junto com os humanos, mas devido a alguma ameça, todos foram embora para o Grande Continente ou além. Só que antes disso acontecer, Berilla um ser dotado de magia, tentou extinguir o mal. Com isso ela morreu, mas a magia não.
Deora aprende tudo o que é ofertado. E cria um laço com Mirhaanna. Até que se vê obrigada a cumprir uma missão. Obrigada não é bem a palavra, mas veja bem, você recebe uma missão se não for todos o lugar onde vive, lhe verão com outros olhos, por você não ter ido…
Deora deveria trazer para Piros o Elmo de Ametista. Como iria fazer isso? Ninguém sabia a resposta, mas ela precisava ou nunca mais retornaria a Piros. Mas como ir ao encontro de alguma coisa que você nem sabe o que é? E lá se foi Deora para cumprir sua missão. Conheceu pessoas e trouxe consigo o Elmo e mais coisas.
Ivoreen, uma pessoa fundamental para a missão concluída. Ela ajudou Deora no momento mais critico. Deora se tornou precursora e Ivy acolita. Anos se passaram, muitas missões até Ivy ter a oportunidade de sair.
Bilhetes não lidos, ordens não aceitas. Busca por respostas. Busca por pessoas queridas… Descubra o que Deora fez, quem ela se tornou, o que ela descobriu e o que aconteceu a ela lendo A Última Dama do Fogo.
Nota da Milena: li o livro em 3 dias. Como eu disse ao Marcelo tudo depende da narrativa. Eu achei interessante a história, não consegui visualizar as cenas muito bem, mas adorei o estilo, a história, os personagens. Como conversei com o autor eu adoraria que todas as incógnitas fossem respondidas e vai ter sim a continuação. Para saber mais sobre o autor e sua obra acesse A Última Dama do fogo e sigam o twitter do Marcelo Paschoalin.
A última Dama do Fogo
Fonte: As meninas que lêem livros
Recebi este livro direto do autor, ele chegou autografado e acompanhado de vários marcadores, então antes de começar essa resenha quero agradecer ao Marcelo por possibilitar que eu conhecesse Deora.
Quando comecei a leitura eu tinha certa idéia de como seria o livro, mas diferente do que eu imaginava, A última Dama do fogo me levou por um caminho diferente, através dessas páginas eu conheci grandes homens e mulheres que entregaram suas vidas em busca de algo maior.
Durante a leitura do livro eu ficava pensando “Eu teria essa coragem?” viver em busca de conhecimento, através de uma disciplina muitas vezes rigorosa, ainda não consegui resposta para esta pergunta, na verdade esse livro me deixou cheia delas.
Acredito que tenha sido intenção do autor deixar o leitor com certas dúvidas a respeito do livro e de eventos que acontecem com os personagens, apesar de Deora ser o foco dos livros, somos apresentados a outros personagens, dentre eles o que mais me marcou foi Ivy que se torna pupila de Deora. Ela foi o personagem com quem mais me identifiquei, por sua impaciência em descobrir o mundo.
O livro é repleto de aventuras, missões que precisam ser concluídas antes que Deora possa seguir seu caminho dentro da Ordem vermelha e quem sabe alcançar o posto mais alto.
O final do livro é surpreendente e te deixa desejando uma continuação, para que aquelas pequenas dúvidas que te acompanha durante a leitura do livro sejam preenchidas.
Durante a leitura percebi alguns pequenos erros de digitação, quase nenhum, só algumas letras faltando, mas nada que comprometa a coerência do livro. Tive dificuldade no início do livro em relação ao tempo que em os eventos acontecem, eu tive que voltar as páginas algumas vezes para entender que haviam passados alguns dias ou mesmo semanas entre as missões de Deora, mas na metade do livro já conseguia diferenciar isso sem problemas, talvez seja porque eu não estava acostumada com o estilo do autor. Enfim, esse é um livro que te proporciona ótimos momentos de leitura.
Recomendo!
A última Dama do Fogo
Fonte: Guardiã da Meia Noite
Este livro já me ganhou no Prefácio (este escrito por Rogério Morgado Paschoal). Onde através de lindas palavras o autor nos chama para uma reflexão sobre nossos valores e sonhos…sobre a essência da magia que habita na alma de cada ser humano e sua força para nos transformar em seres humanos melhores. Tenho que concordar com ele quando ele diz que: “…junto com a extinção dos elfos e das fadas, extingue-se a essência da humanidade que habita nossas almas..”
Marcelo Paschoalin conseguiu criar um mundo mágico, rico em detalhes e que nos leva a entrar de cabeça neste habitat fantástico. A Ùltima Dama do Fogo consegue trazer uma história de narrativa rebuscada, que nos trás de volta a prosa e versos a muito esquecidos em nossa literatura…em diversos momentos do livro, me senti transportada a um delicioso jogo de RPG onde a qualquer momento encontraria meu cavaleiro ou o meu dragão (isso sem falar no Mestre dos Magos) hehehehehehe. A história de Deora mesmo se passando em um mundo completamente imaginário, poderia ser muito bem a minha ou a sua história, onde ela trilha sua jornada em busca do auto-conhecimento e da auto-consciência (por assim dizer)…superando obstáculos e aprendendo com seus erros em busca de seu futuro, sua meta, seu objetivo!
Com perseverança Deora enfrenta todas as fases deste aprendizado, conhecendo melhor o caráter das pessoas e a si própria (mesmo que isso incida em alguns problemas por não saber em quem deve confiar ou confiar nas pessoas erradas) ela nunca desistirá! Marcelo, tece a trama sem grandes revelações, pois este livro é apenas a base para um desenrolar muito promissor, com muitos fatores que nos deixam apreensivos pela continuação do livro A Última Dama do Fogo promete muito na sua continuação.
P.S.: Realmente A Última Dama do Fogo foi uma grata surpresa e para os fãs de literatura fantástica é uma ótima pedida pois consegue combinar muito bem todos os elementos de uma boa história, com personagens interessantes, um cenário bem característico e uma atmosfera mística muito bem embasada que amarra todos os demais elementos.
Carpe Noctem!!!
A última Dama do Fogo
Fonte: Psychobooks
Bom Galera, hoje minha resenha é sobre um dos meus gêneros favoritos: Fantasia.
Antes da resenha, gostaria de agradecer ao Marcelo Paschoalin que foi super atencioso e, que me envio um impresso super bem feito.
Nesse primeiro livro, conhecemos Deora, uma jovem com um passado desconhecido, e que devido a uma terrível tempestade, perde a memória.
Mas logo ela encontra Mirhaanna, uma mestra em Piros que guiará Deora em seu novo caminho.
Em sua nova ‘casa’ Deora se torna mais que aprendiz de Mirhaanna, torna-se sua pupila.
Anos se passam com muito aprendizado e estudo, ate que finalmente nossa jovem aprendiz tem a primeira missão e, não poderá falhar, caso contrário não poderá retornar ao único local que tem como lar.
Em sua missão numa cidade ‘amaldiçoada’, Deora encontra Ivoreen, uma jovem que além de salva-la, inevitalmente acaba conhecendo os segredos da chama.
Ivoreen é levada a Piros e torna-se aprendiz da Deora, e ela, deixa de ser acólita e torna-se precursora.
Novas missões sagradas, mistérios e perigos surgiram na vida das duas amigas, mas será que ambas estão prontas para enfrentar o desconhecido?
Em ‘A Última Dama do Fogo’ ninguém é o que realmente parece ser, cuidado em quem confia, seu amigo de hoje pode ser seu inimigo de amanha…
Nesse primeiro livro, Marcelo monta toda a base da história, sem revelar os segredos, deixando-os para serem revelados no próximo livro: Quem Deora realmente é? O esconde seu passado?
![]()
Dark Fate
Fonte: World vs. Hero
I love RPG campaign settings, but I’m certainly not versed in every game system. So, part of my motivation for designing World vs. Hero was to produce a single engine that would allow me to experience any campaign setting regardless of that setting’s original rules!
So far, it’s been great fun moving from world to world so easily, using the richness and variety of each place and its inhabitants without the toil of learning new systems every time. To encourage others to do the same, I’ll share on this site some of the worlds that I think make for great gaming, especially with World vs. Hero. First up is Marcelo Paschoalin’s Dark Fate.
Intended to be used with Mythmere’s retro-styled Swords & Wizardry system, Dark Fate appears on the surface to be a by-the-numbers medieval fantasy setting. However, once players read into it more carefully, they’ll learn quickly that much more lies beneath the surface. With subtle and surprising variations on the classic tropes of fantasy literature, Dark Fate is the kind of world for which the bumper sticker “Come for the combat… stay for the existential crisis,” would be terribly appropriate (if anyone had a bumper to put it on).
Though a complete time line of the history of the Dark Fate world is given, for the deepest tension, heroes will want to adventure on the continent about 100 years after everyone in the city of Amtal died in one night. Since that mysterious event, the dead have raised a new city, a Necropolis with undead inhabitants who, it should be plain to see, are very, very bad to have around. Yet, the five nations of the continent have barely reacted to the undead threat. So preoccupied are they with their petty struggles and long-held grudges, they seem oblivious to the painfully obvious.
Worse still, the deities of the world have taken the Celestial Oath, a bond forbidding interference with the mortal world unless all act as one, a fairly rare event since each god and goddess holds sway over its own sphere of influence. Only Gwyanna, Goddess of Death and Life, seemed to have been able to convince her fellow beings to join her in meddling with the mortal world. How? All it took was a bit of twisted logic. You see, it was Gwyanna who devised the plan to kill everyone in Amtal and to raise them as the living dead.
Gwyanna’s argument was, to her, simple. For too long, the pantheon had championed the cause of Life. Death, too, needed a place in the Divine Plan. The Necropolis made that possible.
The others acquiesced.
So, in a world where gods are damning souls in a compromise to a specious argument, where a well-intentioned theocracy remains isolationistic while evil grows, where a military nation attacks everyone around them except the greatest threat of all, and where magic has been awkwardly reinvented as a science after the death of a goddess, is it any wonder that heroes are needed very badly?
This is the stuff of great drama! For a hero to truly rise up in Pontad or Dunir or Novarion, he or she will most likely have to first come into conflict with the very nation that has raised that hero. For example, if a cleric of Amaron strives to become a Warrior of Faith, is such a title worth any value if that cleric buys into the isolationism of the nation? And what would it take for a Legionnaire of Pontad to stand up to his superiors and declare the country’s aggressions misguided? Such a crisis of identity makes for brilliant storytelling, and whenever a campaign setting can offer that kind of opportunity, it is certainly worth a visit!
Of course, Dark Fate could be played straight–kill monsters, take treasure, and go home–but that would be a waste of Paschoalin’s wonderful attention to detail. The nations, their history, their people, and their cultures are intricately described, giving players so much from which to draw that creating anything less than powerful character studies would be a terrible disservice.Dark Fate is not simply a challenge of men versus monsters; it a world where the hero’s conflict is as much with his or her own society as it is with the forces of evil.
Irony abounds in this world, and, for a storytelling game like World vs. Hero, that’s a bonus! Take the Crimson Order, for example. This brotherhood of sorcerers had the potential to become a great force of magic after re-learning the mystical arts virtually through force of will. However, after a necromancer’s attack, the Order pathetically fragmented, and small, individual covenants now roam the land, unable to get past their own rivalry of one another to unite and further the power of good over evil. Could a hero rise out of this group of shortsighted spellcasters? It’s worth a shot!
And in Dunir, the honor-loving, illiterate citizenry obsess over who will marry their unattached Queen. Meanwhile, a rival nation commandeers their land and the undead devour the hamlets on their outskirts. Who will wake them up before it’s too late?
In the end, Dark Fate‘s title isn’t simply a composite of two ominous words that sound cool together; it is a symbolic reference to the inevitable oblivion of nations that become too self-absorbed for their own good. That’s what makes this world so different.
Heroes need to be real heroes–mavericks, even–in a place like Dark Fate‘s continent. For here, the battle truly begins at home.
For more on Dark Fate, check out the official site!
Anel Elemental: a Nova Era
Fonte: Operazine nº 9
No último EIRPG além das novidades das editoras, tivemos também, um lançamento surpresa! Sim, surpresa e independente.
Como dito em edições anteriores, por motivos financeiros não pude estar no evento (buaÁÁÁÁhhhh!!), mas sempre estou a bisbilhotar o site da Rede RPG, onde em um belo dia meus olhos passaram pelo tópico do OPERA RPG que anunciava um novo título para seu sistema!
Sim, eis que o RPG Anel Elemental, agora em sua terceira edição, migrava para o sistema OPERA!!!! Um dos meus sonhos acabava de se tornar realidade, este que era o de ver algum cenário de campanha medieval utilizando o sistema OPERA! Já que nunca vi o MM se materializar…
Eu já conhecia a premissa do AE, pois em meu arsenal de livros possuía a Segunda edição, esta com um texto super-ultra-bem escrito, mas com uma arte e um sistema bem fracos. O que não me cativou muito a compartilhá-lo com outros RPGistas.
Mas na resenha que anunciava a terceira edição continha algumas imagens das páginas do livro. A Primeira que olhei continha a ilustração de um Mendigo, MUITO BOA!
Procurei me informar onde comprar o livro, e fiquei sabendo pelo próprio autor de que ele estava a venda diretamente com o mesmo. Mandei-lhe um e-mail, depositei o dinheiro em sua conta, e tão logo recebi em minha casa o Anel Elemental: A Nova Era, e ainda com dedicatória e autografado!
Anel Elemental: A Nova Era, é um livrão de 264 páginas, capa mole, folhas de papel reciclado e interior preto e branco. Vale ressaltar o acabamento do livro, este que por sua vez é sensacional, pois é um livro super resistente, me atrevo a dizer o livro de RPG nacional mais durável que já passou em minhas mãos, me lembra a qualidade do livros da Editora Companhia das Letras.
AE em sua terceira edição traz uma visão e um clima completamente inéditos em mundos de fantasia medieval publicados em terras brasileiras. Pois aqui não temos elfos em seus vastos reinos nas florestas, halfings e gnomos perambulando por aqui ou ali, anões erguendo seus machados e nem meio-orcs procurando briga em tavernas.
Nós temos a Deusa da Magia, de um panteão de oito deuses, que morreu, e com sua morte provocando o êxodo das criaturas mágicas de seu mundo deixando apenas vestígios de sua existência.
Um terço do continente dominado por tribos bárbaras de orcs, separados da humanidade por uma muralha (até quando?), reinos humanos misturando comércio e cultura, desavenças com nações teocráticas… Conspirações.
Um lugar onde até mesmo os magos custam em acreditar na própria magia! Este é o mundo de Andora! Um grande continente cercado por imensos oceanos e grandes mistérios… Um lugar perfeito para heróis!
O livro contém as regras necessárias para se jogar com o sistema OPERA, com a l g uma s alterações e simplificações pra melhor se adequar o mundo, a maior lista de itens mundanas contidas em um livro de RPG, to informação atualizada da história e do continente de Andora, várias profissões, um sistema originalíssimo na criação de NPC’s, itens mágicos, bestiário, uma aventura solo e duas aventuras prontas! São quase 300 páginas por um preço digno da qualidade do livro!
Com uma obra dessas, eu me admiro ao notar pessoas preocupadas com o preço da quarta edição de D&D!
Arte: 8,5 Texto: 10,0 Acabamento: 10,0 Nota final: 9,5
1887: Sob o Sol do Novo México
Fonte: RPG News
Desde o pioneiro Boot Hill passando por GURPS Old West, o novo Wild West OGL até o mais famoso: Deadlands, que ganhou uma versão para GURPS também, o gênero faroeste vem marcando presença na história do RPG. Mas não no Brasil: Nenhum destes títulos foi lançado por aqui e de RPG de faroeste só tivemos um artigo para AD&D que foi publicado na Dragão Brasil nº70 junto com a cidade Cross. Parece que Marcelo F. Paschoalin, autor do RPG Anel Elemental: O Legado para Fudge vem para mudar essa história.
O livro foi encardenado com páginas em papel cartão amarelo para dar a impressão de papel antigo e possui capa iconográfica com as ilustrações apenas razoáveis com maior destaque ao cenário em comparação aos personagens. O livro segue uma linguagem bem menos resbucada do que o Anel Elemental sem cometer os excessos do outro livro e agora para o sistema OPERA e não o FUDGE.
1887 começa com um conto que é um monólogo no qual são apresentadas três cidades fictícias do Novo México: uma cidadezinha (Rio Uivante), uma cidade grande (Sunder City) e uma cidade fantasma (Stonefield). Claro que nas proporções do Velho Oeste, já que muitas cidades do leste norte-americano já eram bem maiores que Sunder City nessa época. Para as duas primeiras cidades mencionadas há a descrição dos pontos importantes destas, tal como sallons, igreja, coveiro, hotel… O segundo conto é sobre um jornalista habitante do leste vem visitar seu primo do outro lado dos EUA e sendo apresentado à cidade até que ele resolve contar-lhe um segredo…
O próximo capítulo (RPG no Velho Oeste) trata de uma visão geral do cenário assim como sugestões de como aventurar-se pelo cenário, a seguir vemos o processo de criação de personagem com a escolha da família que definem os atributos dos personagens e as profissões (em outros jogos o termo usado geralmente é “kit”) na qual o jogador tem de escolher. O detalhe é que o jogador tem que escolher 4 profissões, que podem ser iguais, começando dos 10 anos de idade e uma profissão definitiva, sendo que nada é informado se é possível escolher uma outra profissão futuramente. O certo é escolher as profissões detalhadamente, para que não fique muito estranho. Logo depois temos uma longa lista de equipamentos tal qual o AE:oL, é muita coisa: Desde serviço comum, vestuário, armas, bordel, lazer e transporte. Mas acho que faltou alguma coisa: Qual é o preço de uma passagem de trem?
Logo depois: regras para duelos, cobrindo várias opções como o que acontece se você fica sem a arma no duelo? E se for preciso recarregar? E se for usar 2 rifles? Isso é praticamente impossível, já que temos penalidades em excesso o que dificultará muito… Passamos para os animais que têm como principal estrela o cavalo e seus truques, tanto que ele aparece na ficha de personagem. Outros animais presentes são: Abutres, búfalos, cães, carcajus, Castores, cobras, coiotes, corvos, gado, jumentos, mulas, pumas e ursos.
Os vendedores de óleo de cobra são aqueles vendedores que vendem a poção que cura tudo, para situar melhor: o Zeca Urubu aparece às vezes como um vendedor desse tipo no Pica-Pau. Eles aparecem nesse capítulo junto com os médicos verdadeiros, drogas e bebidas. Assim também temos as punições pelos vários tipos de crime e regras para calcular as recompensas dos ladrões e assassinos que serão presos. Há também a tribo dos Pueblos, baseadas em vilarejos indígenas.
Nos apêndices temos duas aventuras introdutórias que dão idéias de como o jogador pode utilizar o livro e o cenário, regras para faroeste espaguete, 7 personagens e o sempre onipresente OPERETA.
Como conclusão, o Marcelo Frossard deu uma grande bola dentro, aproveitando um tema que não aparece nos RPGs nacionais criando um livro coeso e de fácil leitura. É bom para mostrar também para aquele parente que adora ler aqueles livrinhos de Bang-bang e acha que é perda de tempo ou tem preconceito com jogar RPG…
- By on 26/10/2011 at 9:33 pm
Escrevi 50.000 palavras no NaNoWriMo!
Receba por e-mail as atualizações



